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Ferrovias de carga levam a sério projetos de capacitação

18/10/2018 - Revista Ferroviária

Nos últimos dois meses, duas ferrovias de carga se destacaram no tema capacitação. VLI e a MRS, juntamente com o SENAI/Santos, fecharam na primeira semana de outubro uma parceria para formar, de forma conjunta, maquinistas e operadores ferroviários para as duas empresas com o objetivo de atender a crescente demanda por transporte de cargas na Baixada Santista. Em setembro, VLI inaugurou uma Universidade Corporativa.

Sobre o programa de formação de maquinistas e operadores ferroviárias da MRS e VLI, a ideia é aproveitar e compartilhar o banco de talentos das duas empresas, afirma a gerente de Treinamento e Desenvolvimento da MRS, Simone Souza. “Isso trará ganhos significativos para todos os envolvidos: para os maquinistas, para o formador da mão de obra e para as empresas”.

Ao longo do desenvolvimento do projeto, todo o conteúdo programático do curso foi formatado e validado pelas equipes técnicas de forma conjunta para que a uniformidade do conhecimento fosse garantida. “Assim, apenas os treinamentos específicos de cada operadora precisarão ser aplicados após a conclusão dessa formação básica”, ressalta Francielle Pedrosa, gerente de Desenvolvimento Organizacional da VLI.

As inscrições para o projeto já foram encerradas e as aulas terão início no dia 22/11, no período noturno. O treinamento possui, no total, carga horária de 300 horas, o que equivale a, aproximadamente, 22 semanas.

 

Universidade da VLI

A VLI lançou em setembro sua própria universidade corporativa. Segundo Pedrosa, o fato de lidar com um negócio complexo (logística ferroviária e portuária) gera demanda por conhecimentos específicos.

“Portanto, temos o desafio de formar nossa mão de obra e investimos muito nesse sentido. Para tal, contamos com parceiros que desenvolvem programas direcionados às nossas atividades, como por exemplo a [Pontifícia Universidade Católica] PUC e [Universidade Federal do Rio de Janeiro] UFRJ no programa de especialização em Engenharia Portuária e Ferroviária e a Fundação Dom Cabral nos programas executivos”.

A universidade tem capacidade para receber até 160 pessoas e também oferece o formato de ensino a distância pelo Portal de Desenvolvimento VLI. “A Fundação Dom Cabral desenhou em conjunto com a empresa o conceito, metodologias e gestão de ensino”, complementa a gerente, que disse que também fizeram parte do modelo de concepção da universidade as iniciativas Valer, da Vale, e crotonville da GE (General Electric).



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