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Metrô SP adia licitação da estação Jardim Colonial

19/10/2018 - Revista Ferroviária

O Metrô de São Paulo adiou os prazos da licitação de execução das obras civis da Estação Jardim Colonial (ex-Iguatemi) da Linha 15-Prata do Metrô, conforme aviso publicado no Diário Oficial do Estado nesta sexta-feira (19). Agora, a sessão pública de recebimento de propostas e abertura de envelopes está marcada para o dia 30/11 às 10h (a data anterior era 22/10).

A data-limite para pedido de esclarecimentos foi alterada para 09/11, a data para resposta aos pedidos de esclarecimentos ficou marcada para 23/11 e a data-base dos preços ofertados deverá ser o primeiro dia do mês de apresentação das propostas, ou seja, dia 1º de novembro.

A licitação é do tipo menor preço e o valor de orçamento estimado pela companhia é de R$ 92,5 milhões (data-base 01/06).

Está no escopo da concorrência do edital, divulgado no dia 14 de setembro, a execução de obras civis na Estação Jardim Colonial e implantação de paisagismo, iluminação, ciclovia e adequação do sistema viário no trecho compreendido entre as estações São Mateus e Jardim Colonial. Entre as atribuições da empresa vencedora da licitação está a elaboração de um projeto executivo com:

 

Projetos de desvio de tráfego;

Projeto de obra civil para implantação da ciclovia;

Projeto para adequação do sistema viário;

Projetos de iluminação da ciclovia;

Projetos de sinalização horizontal, vertical e semafórica;

Projetos de reurbanização e paisagismo.

 

O prazo de vigência do contrato é de 28 meses a contar da data da assinatura e os serviços têm prazo de execução de 24 meses contados a partir da emissão da primeira Ordem de Serviço (OS), ou seja, com isso estima-se que a estação ficaria pronta em 2021. O prazo máximo para a emissão da primeira OS é de 30 dias a contar da data de assinatura do contrato.

 

Histórico

A Linha 15-Prata, cujos trens são do tipo monotrilho, funciona desde agosto de 2014 entre as estações Vila Prudente e Oratório, ao longo de 2,9 km (contando com o pátio de manobra).

Inicialmente, o projeto previa a extensão até Cidade Tiradentes, mas a extensão foi cortada e hoje a linha prevê ao todo 11 estações entre Vila Prudente e Jardim Colonial, com 15,3 km de extensão.

Em abril deste ano foram entregues as estações São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União, que até hoje funcionam em operação assistida, com horário reduzido.

Em agosto, o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, previu a inauguração da estação Jardim Planalto entre setembro e outubro e até o final do ano outras três (Fazenda da Juta, Sapopemba e São Mateus). A estação Jardim Colonial é a única da linha que ainda não entrou em obras.

A previsão é que a abertura e recebimento de envelopes da licitação de concessão de toda a linha para a iniciativa privada ocorra no dia 22 de novembro, após dois adiamentos. Ao todo, a licitação recebeu mais de 150 questionamentos de empresas interessadas em participar da concorrência.

O objetivo é conceder à iniciativa privada a operação e manutenção da linha 15 pelo período de 20 anos. O valor do contrato é estimado em R$ 4,5 bilhões, com lance mínimo para outorga de R$ 153,3 milhões.

 

Clique aqui para ver o edital de licitação das obras da estação Jardim Colonial.



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