O acidente envolvendo um trem da Transnordestina e o metrô de Teresina, ocorrido há mais de três meses, ainda não foi esclarecido pelas companhias e nem pela Polícia Civil. Na ocasião, os maquinistas Gilvan Alves Feitosa e Gilvan Campelo morreram após a colisão. Um dos operários era maquinista da Companhia Metropolitana de Transporte Público (CMTP) e o outro da Transnordestina, proprietária do trem.
Uma comissão mista formada por técnicos da área concluiu o relatório da investigação administrativa, mas o resultado ainda não foi divulgado.
O laudo foi encaminhado para o 13º Distrito Policial, que investiga o caso no âmbito criminal. A Polícia Civil vai apontar a responsabilidade pelo acidente de trânsito. A previsão, de acordo com o delegado Flávio Rangel, é de que até o final do mês o relatório do inquérito esteja concluído.
Segundo o delegado, a investigação paralela da Transnordestina e do metrô de Teresina será anexada ao relatório policial. “Esse resultado foi conseguido por especialistas, com base em informações técnicas. Será muito útil para o inquérito criminal”, destaca o delegado.
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Há mais de um mês, o Portal O DIA tenta conseguir o resultado do relatório feito pela comissão mista das companhias envolvidas no acidente, mas não obteve acesso ao laudo. A Transnordestina informou que já repassou ao 13º DP. Já a Companhia Metropolitana de Transporte Público (CMTP) alegou que o relatório está em fase de conclusão e que estará pronto na próxima segunda-feira (29).
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