O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou financiamento de R$ 500 milhões à CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) para criação de novos corredores de exportação agrícola nos Estados do Ceará, Piauí e Pernambuco.
A operação concede novo aporte de capital da CSN na Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN) para aplicação no projeto da Nova Transnordestina.
O investimento total da Nova Transnordestina está estimado em cerca de R$ 4,5 bilhões, envolvendo recursos da CSN, do BNDES, do Finor e do FDNE (Fundo de Desenvolvimento do Nordeste).
Além dos R$ 500 milhões financiados pelo BNDES, a CSN investirá mais R$ 550 milhões na etapa final do projeto. Desse total, R$ 400 milhões serão emprestados pelo BNDES, em sua linha Finem (Financiamento ao Empreendimento). Já o Finor vai destinar R$ 823 milhões enquanto o FDNE participará com recursos da ordem de R$ 2,2 bilhões.
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A ferrovia terá 1.815 km de extensão, com 1.193 km de linhas novas e 622 km de vias antigas, a serem remodeladas. A previsão do BNDES é de criação de 1,5 mil empregos diretos.
Os trechos a serem construídos ou remodelados ligam o terminal ferroviário (ponto de embarque) da cidade de Eliseu Martins, no Piauí, aos portos de Pecém e Suape.
Com capital social de R$ 1,68 bilhão, totalmente subscrito e integralizado, a CSN é controlada pela Vicunha Siderurgia S/A, que detém 43,98% do capital votante.
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