Trens novos trazem pouca melhora

A medida anunciada pelo Metrô Rio, de colocar oito carros extras para auxiliar na demanda de passageiros da Zona Sul em direção ao Centro, das 7h50 às 9h50, parece ter ficado na promessa. Leonardo Melo mora no Flamengo e há dois anos e meio usa o metrô para ir ao trabalho no Centro. De segunda a sexta, por volta das 9h, gasta cerca de 15 minutos para chegar a estação da Cinelândia. Mas apesar das mudanças anunciadas, o passageiro diz não ter notado diferença alguma.


– Não vi nenhuma mudança hoje. O intervalo foi o mesmo e não achei que o vagão estivesse mais vazio nem mais cheio – comentou Leonardo à reportagem do JB, que esteve em uma estação do metrô na manhã de terça-feira. – Geralmente não encontro lugar para sentar, às vezes dá uma sorte e uma cadeira desocupa, mas não é sempre.


Outro problema que seria solucionado com a implantação dos carros extras – seis sairão de Botafogo e dois do Cantagalo – o intervalo de espera entre um trem e outro continua grande, como atestou Leonardo.


– Da minha casa para o trabalho é muito rápido, não costumo me atrasar. O problema é quanto aos intervalos entre os trens, às vezes chega a demorar 10 minutos.


Com o aumento da frota, o Metrô Rio divulgou que o tempo de espera entre os carros da linha 1 deve diminuir de 4 minutos para 3 minutos e quarenta segundos. Em dois anos, a concessionária prevê a compra de 114 novos carros. Com esta nova frota, a expectativa é que os intervalos sejam de dois minutos.


Para a engenheira agrônoma Margareth Kalid o maior problema é na volta para casa. Ela também trabalha no Centro e depois das 17h30 pega o metrô de volta para casa, em Copacabana.


– É um veículo seguro e não tem problemas de trânsito. O fluxo é intenso e os vagões ficam apertados, é insuportável. E olha que na linha 2 é muito pior.


Já em São Paulo, uma nova linha, que irá operar a partir de 2009, a utilização de um sistema de transmissão digital de rádio vai permitir que os trens tenham intervalos de 80 segundos, o menor do mundo. Hoje, o sistema analógico do Centro de Controle Operacional identifica apenas o trecho da via onde determinado trem está, mas não sua posição real dentro do trecho.

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Fonte: Jornal do Brasil

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