A malha férrea que corta a Região Metropolitana de Campinas (RMC) continuará sob risco de acidentes ocasionados por fissuras ou defeitos até, pelo menos, meados do próximo ano, conforme informou o engenheiro responsável pela recuperação dos trilhos da empresa que administra a via, América Latina Logística (ALL).
De acordo com o gerente de via permanente, Daniel Schaffazick, ao menos 70% dos dormentes que corta a RMC – principalmente o ponto considerado mais crítico, na altura de Americana – já foram trocados e 10,5 mil metros de trilhos, substituídos.
“É um trabalho de médio a longo prazos. Trabalhamos com 700 profissionais e, para ser bem feito, leva tempo. Acredito que devemos zerar o número de acidentes até 2009”, calculou Schaffazick.
O investimento previsto para a recuperação é de R$ 35 milhões. No entanto, o valor pode subir, pois está inclusa no planejamento a recuperação de quase todo o trecho do Estado, conhecido como Alto Araguaia-Santos.
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