A MMX do empresário Eike Batista negou, por meio de nota, que tenha cometido qualquer irregularidade na licitação da Estrada de Ferro Amapá. A respeito das investigações da Polícia Federal de desvio de ouro de minas do interior do Estado, com a Operação Toque de Midas a mineradora informou que não realiza atividades de extração de ouro em qualquer região do país.
Na nota, a empresa alega que se colocou à disposição de autoridades locais do Amapá desde o surgimento de rumores sobre a investigação. A MMX comunicou ainda que ajuizou no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, pedido para ter amplo acesso a qualquer investigação contra a empresa.
“O pedido foi deferido e a empresa ainda aguarda o cumprimento da Justiça Federal local”, diz a nota.
A empresa ressaltou que não há qualquer ordem de prisão ou denúncia criminal contra executivos das empresas do grupo. Segundo a companhia, foram feitas apenas buscas e apreensões de documentos e informações nas sedes da empresa no Rio e no Amapá.
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“Neste momento, a empresa reforça o seu propósito de estreita cooperação com qualquer investigação e reafirma a absoluta lisura de suas práticas empresariais, neste e em qualquer outro negócio seu ou de suas coligadas e controladas”, completa a nota.
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