A exemplo do que aconteceu na noite da última quarta-feira, quando a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Ciências e Tecnologia, juntamente com a Prefeitura e Imasul debateu os impactos ambientais da futura construção do Contorno da Ferrovia no município de Três Lagoas, O Grupo Votorantim através da VCP – Votorantin Celulose e Papel e o Imasul – Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul debateu na noite desta quinta-feira os impactos ambientais, programas propostos e contrapartidas socioambientais do empreendimento ferroviário que interligará a fábrica de celulose da VCP-MS em construção em Três Lagoas-MS à Ferrovia Novoeste com a construção do Terminal Ferroviário e que fará a escoação de toda a sua produção para o Porto de Santos no litoral paulista.
A Audiência Pública aconteceu no Centro de Eventos Leiloado na Br-262 – Anel Viário e contou com maciça presença de pessoas interessadas no assunto, principalmente da VCP.
A Mesa Diretiva foi composta pelo Assessor Jurídico da Semac-MS Pedro Mendes Neto, pela representante do Imasul Della Villamayor, pelo Gerente Geral de Sustantebilidade da VCP Umberto Cinque, Secretário de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia do município Cristovan Lages Canela que no ato representou a prefeita Simone Tebet, pelo vereador José Augusto Morilla Guerra que representou a Câmara Municipal, Roberto Vidal Diretor de Logístitica da VCP, Jair Cláudio Rosa e Renato Marcos da empresa RM Brasil, que idealizou o projeto de impacto ambiental do Terminal Ferroviário.
O Terminal Ferroviário terá 20 quilômetros de extensão e investimentos da ordem de R$ 40 milhões. Serão três locomotivas com cem vagões cada que farão o transporte de toda a produção da VCP, alto estimado em 1,3 milhão de toneladas/ano de Celulose e 200 mil toneladas de papel.
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Segundo Jair Cláudio Rosa da RM Brasil, o Projeto de Impacto Ambiental sobre o Terminal Ferroviário da VCP foi idealizado por 24 profissionais dos mais diversos segmentos como: engenharia, biologia, arqueologia etc. Os estudos mostraram que a ferrovia seria o mais viável desconsiderando, por exemplo, a hidrovia e, por último, a rodovia, dando, assim, ao transporte ferroviário, o que despenderá menor custo e agressão ao meio ambiente.
Segundo Jair Cláudio Rosa as três locomotivas substituem com precisão o transporte que seria feito por 180 carretas/dia.
Após as explicações, tanto da área logística da VCP como da RM Brasil, houve um intervalo para um lanche e em seguida, após recomposta a mesa diretora, foi aberto espaço para as perguntas e respostas.
Na avaliação do jornalista Celso Sartori, Gerente da Área de Comunicação da VCP, a audiência foi um sucesso e atingiu o seu objetivo. Celso inclusive ressaltou a sua admiração pessoal pelo assunto desde que aconteceu a primeira reunião entre a direção da VCP e o Governo do Estado de MS. Segundo ele a obra do Contorno do Terminal Ferroviário da VCP tornou-se um extraordinário projeto de importância relevante tanto para a VCP como para o MS, ALL e Três Lagoas, a maior beneficiária.
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