A Câmara Municipal, porém, tem um projeto que prevê a criação do rodízio semelhante ao que acontece na cidade de São Paulo, ou seja, os veículos teriam restrições de andar pela cidade conforme a placa.
Confira as propostas dos candidatos (em ordem alfabética):
Beto Richa (PSDB) propõe o alargamento das canaletas do expresso, permitindo a ultrapassagem entre os veículos. Ele aposta ainda na adoção de semáforos inteligentes e propõe a construção de ciclovias e ciclo-faixas e melhorias nas calçadas.
Bruno Meirinho (PSOL) propõe a redução do preço da passagem que poderia chegar a R$ 1,32, de acordo com um estudo feito pelo Dieese. Ele não descarta o metrô, mas defende um maior debate para sua implementação. Ele destaca a construção de ciclovias, a adaptação do transporte coletivo e do trânsito para pessoas com necessidades especiais, além do passe livre para estudantes e desempregados, benefício financiado pela prefeitura.
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Carlos Moreira (PMDB) propõe construir pontos de ultrapassagens nas canaletas, para que os ônibus possam ganhar velocidade, e terceiras pistas onde for possível. O metrô também está previsto em seu plano de governo. Ele aposta em trincheiras e viadutos para dar agilidade ao trânsito de Curitiba e nas vias alternativas de deslocamento, os chamados anéis perimetrais, que permitiriam ir de um bairro a outro sem passar pelo centro da cidade. Já as ciclovias de trabalho também devem ser construídas.
Fabio Camargo (PTB) sugere a construção do metrô de superfície, que substituiria os ônibus biarticulados na linha norte-sul (Pinheirinho-Santa Cândida). Outras propostas seriam a construção de estacionamentos subterrâneos em baixo das praças do centro da cidade, a desapropriação da área do Condomínio Springfield (que interrompe o trânsito na Dom Pedro I) para a construção de um binário na Batel, e a retirada dos canteiros com jardins nas grandes vias.
Gleisi Hoffmann (PT) tem como proposta a criação do Bilhete Fácil – que permitiria ao usuário o acesso a ônibus de diversas linhas com o pagamento de uma única tarifa durante o período de duas horas – e a de faixas de circulação exclusivas para os ligeirinhos. Ela também propõe a ampliação da Linha Verde em direção à Região Metropolitana, a implantação imediata do metrô, o aumento da rede cicloviária em 160 km, melhoria nas calçadas e investimento em campanhas educativas.
Lauro Rodrigues (PTdoB) propõe que o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) volte a planejar o transporte e promete a colocação de parquímetros na cidade. Outra proposta é o barateamento das tarifas, por meio de subsídios a serem negociados com os governos do Estado e Federal.
Maurício Furtado (PV) pretende, além da área restrita, implantar o passe livre a todos os estudantes, valor que seria subsidiado pela prefeitura e não repassado aos demais usuários. O candidato também prevê um projeto para o metrô e a utilização de combustíveis menos poluentes nos ônibus, além do investimento na manutenção e construção de ciclovias.
Ricardo Gomyde (PcdoB) fala em parceria com o Banco Mundial para a construção do metrô. Segundo ele, sua gestão beneficiaria os pedestres e ciclistas, com a melhoria de calçadas e ciclovias, além de investimentos em campanhas de conscientização da população.
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