Valor Econômico – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) captou R$ 7,89 bilhões com instituições financeiras de desenvolvimento da Europa durante a COP30, em Belém (PA). O anúncio foi feito nesta quarta-feira (12) pelo presidente da instituição, Aloizio Mercadante.
Do total de recursos, R$ 6,17 bilhões (cerca de 1 bilhão de euros pela cotação atual) são de três instituições europeias, o banco alemão Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW), a Agence Française de Développement (AFD), da França, e o italiano Cassa Depositi e Prestiti (CDP). As instituições se organizaram para apoiar de forma conjunta projetos destinados à redução de emissões de gases de efeito estufa e à adaptação aos efeitos da emergência climática global por meio do Fundo Clima. Cada banco vai aportar um valor determinado.
O BNDES também anunciou acordo direto com o KfW para duas captações que somam R$ 1,729 bilhão (280 milhões de euros), recursos destinados a projetos de mobilidade urbana e energia renovável. Uma das captações, no valor 130 milhões de euros, tem como finalidade o investimento em projetos de mobilidade urbana. A outra, de 150 milhões de euros, tem como finalidade o financiamento de projetos de energia renovável solar e eólica.
As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.
Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.
Segundo o BNDES, a parceria com o banco alemão, uma das maiores instituições de desenvolvimento do mundo, resultou na contratação de 17 operações de empréstimo desde 1965, que totalizaram US$ 1,2 bilhão.
“A contribuição das instituições de desenvolvimento europeias para o Fundo Clima é uma demonstração da importância estratégica extraordinária desse instrumento do governo brasileiro na agenda da transição ecológica global. O fortalecimento dos laços entre Brasil e União Europeia é parte de um movimento estratégico do governo do presidente Lula de ampliação das relações diplomáticas e econômicas do nosso país com o resto do mundo”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em nota.
VÁ ALÉM DA MANCHETE
O setor ferroviário é complexo e as notícias do dia a dia são apenas a ponta do iceberg. Para entender o cenário completo, é preciso de contexto e a visão de quem cobre o setor desde 1940.
A cada edição, a Revista Ferroviária traz reportagens aprofundadas, estudos de mercado e entrevistas exclusivas sobre os temas que realmente importam: de novos VLTs e projetos privados a desafios de manutenção, o futuro da tecnologia e muito mais.
Seja o primeiro a comentar