A China registrou exportações e importações mais fortes do
que a expectativa em maio apesar da queda nos preços das commodities, sugerindo
que a economia está resistindo de forma melhor que o esperado mesmo com o aumento
das taxas de empréstimo e do enfraquecimento do mercado imobiliário.
As importações da China têm sido fortes nos últimos meses,
impulsionadas pelo minério de ferro e por outras commodities usadas para
alimentar o boom da construção, enquanto as exportações têm se recuperado de
vários anos de contração graças à melhora da demanda global.
Embora a força dos dados de importação de maio tenha
surpreendido economistas e sugerido que a demanda doméstica continua sólida,
analistas ainda projetam que a segunda maior economia do mundo perderá força
gradualmente ao longo do ano devido ao aperto da política monetária.
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O crescimento tanto das exportações e importações acelerou
em relação a abril, contrariando as expectativas de desaceleração.
As exportações subiram 8,7% na comparação com o ano
anterior, enquanto as importações aumentaram 14,8%, mostraram dados oficiais
divulgados nesta quinta-feira (8).
Isso deixou o país com um superávit comercial de US$ 40,81
bilhões no mês, informou a Administração Geral de Alfândega.
Analistas consultados pela Reuters esperavam que os
embarques em maio subissem 7%, contra expansão de 8% em abril.
Para as importações a projeção era de aumento de 8,5%,
contra 11,9% em abril. Assim a expectativa era de superávit comercial era de
US$ 46,32 bilhões.
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