Ampliando o rol de iniciativas sustentáveis implementadas pela CBTU em Belo Horizonte, a Companhia promove a troca dos solventes minerais utilizados na limpeza e na manutenção dos trens por produtos biodegradáveis e com baixa toxicidade.
A medida evidencia a opção da CBTU em causar o menor impacto possível ao meio ambiente, buscando soluções inteligentes para o crescimento de seu negócio e para a proteção de seus colaboradores.
Já foi concretizada a substituição dos solventes à base de thinner, usados na pintura dos trens, por solventes sintéticos e do desincrustante usado na limpeza da carcaça de aço inox das composições. De acordo com o coordenador operacional de Gestão de Estoques, Baptista Gariglio Filho, a maior preocupação é a integridade das pessoas que manipulam esses produtos. “Os solventes sintéticos geram resíduos biodegradáveis e apresentam baixo risco de toxicidade no contato com a pele, tornando o serviço de manutenção muito mais seguro e ambientalmente correto”, destaca Gariglio.
Para o coordenador operacional de Segurança do Trabalho, Alessandro Discacciati, a substituição é uma medida inteligente e de alto retorno. “A opção por produtos de baixa toxicidade é uma medida benéfica e de alto retorno para o futuro, porque minimiza riscos à saúde dos empregados, protege o meio ambiente e gera novos negócios”.
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A próxima etapa do processo é promover a substituição do querosene pelo eco-querosene. Já aprovada para a limpeza de peças mecânicas, o eco-querosene está na fase final de testes de desempenho, para utilização no aquecimento de água da máquina lavadora dos equipamentos.
A parceria também tem dado resultados no caso das rodas ferroviárias, já que a preocupação ambiental tem gerado economia considerável de recursos, pois todo material comercializado é reutilizado pelo fornecedor na fabricação de novos produtos. As rodas usadas na forma de sucata servem como moeda de troca para a aquisição de parte das novas rodas gerando uma economia de cerca de R$ 30 mil por ano.
O assistente de manutenção Amadeu Terra já aprovou a substituição do solvente mineral pelo sintético. “O solvente biodegradável não produz gases e não oferece riscos em casos de inalação prolongada. Vejo que esta é uma ação diretamente ligada ao bem-estar do empregado”.
A substituição dos materiais é uma iniciativa conjunta das gerências de Manutenção, Administração Financeira e Materiais, em parceria com as Coordenadorias de Gestão de Estoques e Segurança do Trabalho.
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