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Porto Sudeste recebe selo ouro do GHG Protocol pelo terceiro ano consecutivo

Com equipamentos de movimentação de cargas eletrificados, a adoção exclusiva de energia de fonte renovável foi a alternativa contribui para a redução das emissões do Porto Sudeste.
Com equipamentos de movimentação de cargas eletrificados, a adoção exclusiva de energia de fonte renovável foi a alternativa contribui para a redução das emissões do Porto Sudeste. - Foto: Divulgação

O Porto Sudeste conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, o selo ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento concedido às organizações que se destacam pela gestão, mensuração e transparência das emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Segundo a empresa, o reconhecimento acompanha a evolução de sua estratégia climática, baseada na redução de emissões, monitoramento ambiental e planejamento voltado para uma economia de baixo carbono.

A trajetória do terminal no programa demonstra a evolução de sua agenda de sustentabilidade. Em 2022, o Porto Sudeste recebeu o selo prata. A partir de 2023, passou a integrar a categoria ouro, reconhecimento mantido também em 2025. De acordo com a companhia, esse resultado reflete a adoção de práticas de inventário e gestão de emissões alinhadas às principais referências do mercado.

“A gestão estruturada das emissões, o monitoramento contínuo dos impactos e o desenvolvimento de uma estratégia de transição climática contribuem para uma relação mais responsável entre a atividade portuária e o território onde o terminal está inserido”, afirmou o gerente de Meio Ambiente do Porto Sudeste, Bernardo Castello.

O inventário de gases de efeito estufa é utilizado para quantificar as emissões responsáveis pelo aquecimento global. O levantamento contempla as emissões diretas da empresa (Escopo 1), as emissões relacionadas ao consumo de energia elétrica (Escopo 2) e aquelas provenientes da cadeia de valor (Escopo 3).

Segundo o Porto Sudeste, o monitoramento permitiu implementar ações que resultaram na redução de 76% das emissões de gases de efeito estufa dos escopos 1 e 2 ao longo dos últimos quatro anos.

Como parte da evolução dessa estratégia, a empresa também está estruturando um Plano de Transição Climática, dividido em dois eixos principais: mitigação de riscos e adaptação.

Na frente de mitigação, o terminal desenvolve uma estratégia de descarbonização do Escopo 3, que inclui a análise das emissões associadas à cadeia de valor, a elaboração de um plano de descarbonização, a definição de metas e a avaliação de oportunidades para projetos de redução de emissões. O plano também prevê a criação de uma metodologia de precificação de carbono, que permitirá avaliar o custo associado a cada tonelada de CO₂ emitida inicialmente nos escopos 1 e 2, com previsão de expansão futura para o Escopo 3.

Na frente de riscos e adaptação, o Porto Sudeste está estruturando análises sobre os riscos e oportunidades relacionados à transição para uma economia de baixo carbono, considerando as características do mercado em que atua e referências de benchmark setorial.

“O Plano de Transição Climática representa uma evolução da nossa estratégia de sustentabilidade, ao integrar ações de descarbonização com a gestão dos riscos e oportunidades associadas à transição para uma economia de baixo carbono. Ao mesmo tempo, estamos fortalecendo a resiliência do terminal diante dos impactos físicos das mudanças climáticas, para que nossas operações estejam cada vez mais preparadas para responder a eventos extremos de forma segura, eficiente e sustentável. Esse é um trabalho estruturado, de longo prazo, que reforça nosso compromisso com uma operação cada vez mais responsável e preparada para os desafios do futuro”, concluiu Bernardo Castello.

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