O Ministério dos Transportes de Israel deu sinal verde para a construção de um trem de alta velocidade que unirá as duas principais cidades do país: Jerusalém, a capital, e Tel Aviv, metrópole portuária e econômica.
O percurso entre as duas cidades, distantes cerca de 60 km, poderá ser feito em apenas 28 minutos, economizando tempo às milhares de pessoas que realizam este trajeto todos os dias. Além disso, o trem fará várias paradas para facilitar o transporte a outras cidades com alguma dificuldade de comunicação.
A estação “HaUma” estará a 80 metros de profundidade e servirá como abrigo antibomba atômica, com capacidade para abrigar até 2.000 pessoas em situações de emergência.
Possuirá quatro plataformas de 300 metros, às quais os viajantes poderão chegar por meio de escadas rolantes e elevadores com capacidade para 35 pessoas. O terminal contará com pontos de ônibus, estação de trem, duas paradas do trem rápido, pontos de táxi e mais de 1.000 vagas de estacionamento.
A estação faz parte de um projeto no valor de 7 bilhões de Shekalim (1,9 milhões de dólares) para construção de uma linha ferroviária de alta velocidade para o transporte de passageiros entre Jerusalém e Tel Aviv. O tempo estimado de viagem será de apenas 28 minutos, conforme publicado pela servsur.com.
As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.
Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.
O trem de alta velocidade passará por Modiin, Latrun, e o aeroporto de Ben-Gurion, e terá uma frequência de quatro serviços por hora durante os horários de pico. Os trens elétricos percorrerão 160 km por hora.
Controvérsia com os grupos ecologistas
Os grupos ecologistas trataram de obrigar os projetistas a construírem o túnel sob o jorro Yitlah em vez de passarem por cima dele com uma ponte. A comissão de Planejamento do Ministério do Interior decidiu que o túnel poderia atrasar o projeto por pelo menos dois anos e decidiu em favor da Israel Railways.
Além disso, a linha cruza a linha verde duas vezes, uma próxima à Latrun e outra à Mevasseret Sião, convidando, desta forma, às críticas dos grupos de esquerda e pró-palestinos de Israel e em nível internacional. Uma empresa alemã que assessorava o projeto retirou-se diante da pressão dos ativistas pró-palestinos.
Por outro lado, o custo excessivo atrasou o projeto. A estimativa inicial de 3,8 bilhões de Shekalim logo aumentou em bilhões, exigindo um investimento adicional do governo para a linha. Espera-se que o sistema entre em funcionamento no final de 2017.
Seja o primeiro a comentar