A CPTM, que controla os trens de passageiros na Grande São Paulo, vai virar na prática um metrô de superfície, pois os intervalos entre as composições diminuirão para apenas três minutos quando estiverem concluídos investimentos, da ordem de R$ 2 bilhões, em novos sistemas de sinalização e telecomunicação, além de modernização da rede elétrica. Obras na via permanente (substituição de dormentes e trilhos, correção de traçado, etc.) também serão necessárias para que os trens possam trafegar com mais velocidade.
As propostas das empresas que se candidataram a implantar esses sistemas já estão em análise. O prazo estabelecido para a conclusão dos serviços é de 18 meses, pois a intenção é que em algumas linhas os trens trafeguem com intervalos de três minutos ainda na atual administração.
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