MMX inaugura siderúrgica em Corumbá

A siderúrgica da MMX Mineração e Metálicos – que já está operando em fase de testes o primeiro alto-forno da usina em Corumbá –, será oficialmente inaugurada na próxima sexta-feira.


A usina, situada no distrito de Maria Coelho, distante 43 km da cidade, iniciou em agosto os testes com a ativação do primeiro de dois altos-fornos, ajustando modernos equipamentos que, em 2008, estarão produzindo 400 mil toneladas/ano.


Até agora, a empresa já investiu R$ 202,4 milhões na região. Segundo relatório da MMX, somente em 2006, foram injetados mais de R$ 15 milhões no comércio e na contratação de serviços em Corumbá e Ladário. No período, o grupo recolheu exatos R$ 6.965.422,70 em impostos (ICMS e ISS). Os setores de mineração, siderurgia e reflorestamento geram aproximadamente três mil postos de trabalho na região, em Dois Irmãos do Buriti e Anastácio.


Já são 200 trabalhadores contratados para a usina, dos quais 13 na área administrativa. Desse total, 45 são operadores de fornos, capacitados pelo Senai. Na ativação do segundo forno – que já teve seu pedido de licenciamento feito ao Instituto de Meio Ambiente – serão chamados mais 30 trabalhadores. O número de operários na obra chega a 890, de 13 empreiteiras. Grande parte da mão-de-obra é local.


Com atraso de três meses, o primeiro alto-forno da planta de Corumbá começa a produzir 600 toneladas/dia de ferro-gusa e ficará em testes por dois meses, informou o gerente da siderurgia, Paulo Azevedo. O segundo será ativado em outubro, processando a mesma quantidade de ferro-gusa, que, inicialmente, será estocada.


Até dezembro, a empresa terá que estar pronta para produzir 100 mil toneladas de ferro-gusa, que serão exportadas para os Estados Unidos neste ano, em barcaças pela hidrovia do Paraguai.


O contrato para 2008 com os norte-americanos prevê a produção de 300 mil toneladas, somando-se ainda 80 mil toneladas para atender o mercado interno. A partir de 2009, o gusa será destinado à unidade de laminados, que começa a ser montada no próximo ano, com capacidade para produzir 500 mil toneladas de vergalhões.

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Fonte: Correio do Estado (MS)

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