LLX tem projeto ambicioso de logística

O Superporto Brasil, a ser instalado em Peruíbe, no litoral Sul de São Paulo, com investimentos de US$ 2 bilhões, foi desenhado pela LLX Logística, do empresário Eike Batista, para mudar a matriz logística do Brasil. Quando entrar em operação no início de 2012, o megaporto, que ocupará área total de 12 mil hectares, vai receber grandes navios de contêineres que hoje não atracam nos portos brasileiros.


O porto, situado em ilha a três quilômetros da costa, irá operar com alta produtividade, podendo carregar e descarregar os super navios de contêineres em seis horas. O porto terá berços para atracação de sete navios e deve receber equipamentos de última geração, além de ter calado de 18,5 metros. A meta é que em uma primeira fase o Superporto Brasil movimente quatro milhões de TEUs (contêiner equivalente a 20 pés) por ano.


O volume de contêineres previsto para o terminal é significativo se for considerado que, em 2006, o Brasil movimentou quatro milhões de unidades de contêineres, crescimento de 10% sobre 2005. O Superporto Brasil funcionará como terminal privativo de uso misto, atendendo cargas próprias e de terceiros, o que depende de autorização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).


O processo de autorização foi encaminhado à Antaq, que exige cumprimento de uma série de exigências, entre as quais a mais importante é a licença ambiental. O plano do grupo é conseguir a licença de instalação do Superporto no início de 2009 para começar as obras no mesmo ano. A construção também exigirá negociação com a Funai para remoção de um grupo de índios tupi-guarani que ocupam a área, mas não são originários do local. A reserva ambiental da Juréia, próxima ao porto, não deverá ser impedimento para o licenciamento ambiental porque entre ela e o complexo portuário se localiza a cidade de Peruíbe.


Tanto em Peruíbe como em São João da Barra, município do norte fluminense onde a LLX constrói o porto do Açu (investimento de R$ 700 milhões), os projetos foram sustentados pelo tripé: mina, ferrovia e porto.


Peruíbe vai facilitar o escoamento da produção de minério de ferro do sistema Corumbá da MMX, empresa de mineração do grupo de Eike Batista. O grupo já negocia com a ALL Logística, cuja malha ferroviária passa pela área do Superporto Brasil e se estende de Bauru (SP) até Corumbá (MS). A idéia é que, a partir de 2012, possam ser transportadas via ferrovia 10 milhões de toneladas de minério de ferro que hoje são exportadas via hidrovia Paraguai-Paraná.


O Superporto Brasil será ligado ao continente por uma ponte de três quilômetros que fará a ligação com uma retroárea onde poderão se instalar indústrias servidas por logística de última geração. Modelo semelhante será adotado no porto do Açu, no Norte fluminense, que faz parte de um complexo que inclui mina de ferro, mineroduto e porto e cujos investimentos totais alcançam US$ 2,4 bilhões.


O Açu deverá ser um pólo industrial, atraindo indústrias de cimento e trigo. No Açu, cujas obras já começaram, também haverá espaço na retroárea para usinas de geração elétrica. O Açu começará a operar no fim de 2009 e deverá exportar, em uma primeira fase, 26 milhões de toneladas de minério de ferro.

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Fonte: Valor Econômico

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