Metrô de SP tem pior avaliação da década

A aprovação dos passageiros ao Metrô de São Paulo atingiu em 2007 o menor patamar nos últimos oito anos, despencando de 93% para 85% de satisfação, na comparação com 2006. O resultado consta da pesquisa anual sobre a imagem dos transportes públicos coordenada pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e patrocinada por autarquias municipais, estaduais e sindicatos patronais. Os ônibus municipais da capital voltaram a ter o pior desempenho entre os três modais (trens metropolitanos, ônibus e metrô), com aprovação de apenas 42% dos 2.300 entrevistados, ante os 48% obtidos no ano passado, quando o índice já havia sido considerado o mais baixo da década.


Na avaliação de técnicos da Prefeitura e do Estado, a piora generalizada tem duas causas: o aumento natural da demanda, impulsionado pelo crescimento econômico do País, e a superlotação provocada pela integração entre os ônibus e a rede sobre trilhos. Só no ano passado, quando o bilhete único passou a ser aceito em todas as estações do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o número de passageiros que utilizaram o cartão passou de 7,8 milhões para 8,4 milhões, na comparação com novembro do ano passado.


“No horário de pico da manhã, trens da Linha Vermelha (1) transportam 77 mil pessoas da zona leste para o centro”, disse o engenheiro Aílton Brasiliense Pires, presidente eleito da ANTP. “Se continuarmos com esses grandes deslocamentos, não haverá linha de metrô que dê conta da demanda.”


Embora fosse esperada, a queda de oito pontos porcentuais no nível de aprovação do Metrô surpreendeu especialistas. “A limpeza das estações é a mesma e a agilidade continua sendo a melhor entre os modais. A diferença é que o metrô está sufocado pela demanda excessiva e isso compromete a qualidade do serviço”, avaliou o consultor de transportes Flamínio Fichmann.


Pela primeira vez desde que começou a ser realizada, em 1985, a pesquisa da ANTP mediu a satisfação dos passageiros em relação ao atendimento prestado por funcionários do sistema de transporte público, como motoristas e cobradores. A média foi de 6,22, em uma escala de 0 a 10. Os mais críticos foram os entrevistados das classes A e B e os que têm entre 20 e 30 anos. Outra novidade da pesquisa feita entre setembro e outubro foi a avaliação dos serviços de informação e reclamação, como o 156 da Prefeitura. O Metrô teve o melhor desempenho, com 33% de aprovação, seguido pela CPTM (20%) e ônibus municipais da capital (17%). Os pesquisadores também questionaram os entrevistados sobre os pontos positivos do bilhete único. A maior segurança contra roubos e assaltos foi citada por 31% dos passageiros ouvidos, seguido por chegar mais rápido ao trabalho (22%).


O outro lado – O secretário estadual dos Transportes Metropolitanos José Luiz Portella disse que a queda de avaliação do metrô era esperada devido aos seguidos problemas ocorridos nos últimos meses, mas que o índice é bom. “Poderia ser pior. Tivemos o buraco na Estação Pinheiros, notícias ruins como o desalinhamento na escavação do túnel da Linha 4, a superlotação do sistema e três greves. Mas, em números absolutos, cair de 93 pontos para 85 não é queda, pois em um ano aumentou em 3 milhões o número de usuários/mês.” Entre 2005 e 2007, houve crescimento de 500 mil novos passageiros por dia útil. Portella disse ainda que a avaliação da CPTM é boa.


A Secretaria dos Transportes do Município informou que só falará amanhã, quando os dados forem divulgados pela ANTP.

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Fonte: O Estado de S. Paulo

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