Os estados Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina estão empenhados na elaboração do projeto executivo que levantará o custo-benefício da Ferroeste (ferrovia que passará pelos três estados). A informação é do governador André Puccinelli (PMDB) que, nesta manhã, participa da inauguração do monumento ´Ninhal´, uma homenagem ao poeta Manoel de Barros, na entrada do Parque dos Poderes.
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) poderá conceder aporte financeiro de até R$ 1,5 bilhão para a construção da obra. Os estados ainda não sabem qual será a contrapartida de cada um para a edificação da ferrovia.
Em janeiro, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, convocou os respectivos governadores para tratar do assunto. A ministra explicou que havia determinado estudos técnicos sobre a construção da ferrovia. O levantamento vai demorar entre 6 e 9 meses para ser concluído.
A Ferroeste, atualmente, liga Cascavel a Guarapuava. O aporte de R$ 1,5 bilhão do BNDES ajudaria a garantir a ligação de Maracaju e Dourados ao porto de Paranaguá, no Paraná (passando por cidades do cone sul e Guaíra [PR]).
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Com a nova ferrovia, o transporte de cargas por Mato Grosso do Sul deverá ser redimensionado, com a redução do sistema modal rodoviário – desafogando assim a BR-163. O impacto direto para o setor produtivo está na redução do custo do frete. Porém, para ser efetivada, a obra ainda precisa de estudos técnicos que comprovem sua viabilidade.
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