Metrô define desapropriação da Linha 5

Uma galeria com 20 lojas, um prédio pertencente a um banco e uma concessionária de veículos, além de dezenas de pequenos comerciantes, terão de deixar a região da Avenida Adolfo Pinheiro, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo, para dar lugar à futura Estação Adolfo Pinheiro do Metrô, na extensão da Linha 5-Lilás. A estação deve estar pronta e operando em 2010. Nas desapropriações, o Metrô vai gastar R$ 90 milhões. Quem terá de sair, lamenta. Quem ficará, respira aliviado.


O mapa que mostra os imóveis que serão desapropriados na região, obtido pela reportagem, prevê a desocupação total de quase dois quarteirões inteiros nos trechos iniciais da Adolfo Pinheiro, entre as Ruas Isabel Schmidt, Padre José de Anchieta, São Benedito e Antônio Bento.


40 mil m2 – O Metrô disponibilizou em seu site, ontem, toda a lista das desapropriações na zona sul. São 147 unidades, que somam uma área de 40 mil metros quadrados. Vão ficar de fora apenas a Santa Casa de Santo Amaro – que futuramente será vizinha da estação – e um grupo de lojas entre as Ruas Isabel Schmidt e a São Benedito (veja mapa).


Dois outros pequenos grupos de imóveis, um deles na Avenida Adolfo Pinheiro com o Largo 13, no cruzamento com a Rua Voluntário Delmiro Sampaio, e outro no cruzamento da Adolfo Pinheiro com a Rua Conde de Itu, também terão de ser desocupados. Nos dois locais, serão escavados poços que darão acesso às obras e aos túneis. O traçado da linha passará bem embaixo da Avenida Adolfo Pinheiro.


A gerente da loja de roupas San Pablo, Tatiana Gianine, de 28 anos, diz que seus funcionários estão “completamente revoltados”. “Vão tirar os empregos de muita gente”, lamenta. A loja fica na Galeria Borba Gato, que tem cerca de 20 estabelecimentos. A galeria será totalmente desocupada.


Carolina Vanni Marques, de 26 anos, está mais tranqüila. Ela é responsável pela Ótica Plazótica, na Adolfo Pinheiro. Como muitos lojistas, terá de antecipar a mudança. “Estávamos pensando em sair, só não imaginávamos que seria de imediato.” Já Ari Melo, dono de imóveis na Rua Isabel Schmidt, estava aliviado. Seus imóveis ficam de fora da desapropriação. “Isso me deu um grande alívio”, diz.


Notificação – Os proprietários e locatários dos imóveis que terão de ceder lugar ao Metrô serão notificados nos próximos dias. O Metrô faz uma avaliação do imóvel e oferece um valor pela propriedade. Caso não concorde, o dono deve entrar na Justiça e um perito nomeado pelo juiz fará uma segunda avaliação. Se ela for superior à anterior, o Metrô deposita a diferença em uma conta judicial. Não estão previstos recursos ou questionamentos. O proprietário tem de sair e discutir na Justiça se recebe ou não.

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Fonte: O Estado de S. Paulo

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