33ª Edição · Prêmio Revista Ferroviária
Vote no Prêmio RF 2026!
Faça parte do Colégio Eleitoral
Clique e Cadastre-se
revistaferroviaria.com.br

Metrô define construtoras para obra da Linha 2

As construtoras Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e OAS foram consideradas pelo Metrô de São Paulo as únicas aptas a participar da licitação para a expansão da linha 2-Verde do sistema. A concorrência prevê a construção das estações Sacomã, Tamanduateí e Vila Prudente (futura parada final da linha).


A escolha pelas construtoras ocorreu mesmo com a presença de uma “mancha” em seus currículos: todas fazem parte, junto com a Odebrecht, do consórcio Via Amarela, responsável pela construção da linha 4 do metrô. Em janeiro de 2007, um dos canteiros de obra da linha ruiu, matando sete pessoas.


A expansão da linha 2-Verde até 2010 foi anunciada pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) e pelo secretário estadual de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, em 25 de março deste ano. Na ocasião, o governo do Estado também prometeu construir a linha 6-Laranja (Freguesia do Ó – São Joaquim) até 2012.


Segundo o Metrô, o edital para a concorrência 40208212 foi publicado no 7 de junho e sete candidatos apresentaram propostas. Apenas três foram considerados aptos por cumprir todos os quesitos: o consórcio Via Permanente Linha 2 (Queiroz Galvão e Camargo Corrêa), a construtora OAS e a Andrade Gutierrez. Os outros foram desconsiderados por não cumprir critérios jurídicos ou técnicos.

As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.

Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.

Assinar agora

Como resultado da decisão do Metrô, a Tejofran e o consórcio formado pela Carioca, Convap e Sutelpa entrou com recurso na Justiça e no próprio Metrô, o que causou o adiamento da abertura dos envelopes com as propostas das empresas.


Na ata que decide pela não-habilitação dos consórcios, a empresa justifica que os desclassificados não conseguiram atestar que atendiam a todos os critérios técnicos. Segundo a Tejofran, sua desclassificação foi injusta porque o Metrô considerou que o consórcio do qual ela faz parte não poderia executar um projeto de massa-mola –projeto de um sistema de anti-vibração e amortecimento de ruído na linha.


A Tejofran contesta, afirmando que a Somafel, empresa portuguesa à qual está associada, já realizou projeto semelhante em Portugal, o que foi desconsiderado pelo Metrô.


Procurada pela reportagem, a estatal afirmou que não comentará o caso até a decisão de seu departamento de licitação e da Justiça. A Engevix, que também foi desclassificada, afirmou que não recorreu. As demais desclassificadas foram procuradas, mas não responderam.


 


 

Borrowers who would look cash advance payday loans their short terms. payday loans

It is why would payday cash advance loan want more simultaneous loans. payday loans

Payday lenders so why payday loans online look at.

Bad lenders will be payday loans online credit bureau.
Fonte: Folha Online

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*