A necessidade de instalar o novo centro onde ficam os servidores responsáveis por sistemas corporativos da empresa deve-se ao plano de expansão do governo do Estado, que prevê aplicar, entre 2007 e 2011, R$ 21 bilhões no Metrô, na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e na Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU).
Deste montante, entre R$ 14 bilhões e R$ 15 bilhões serão destinados ao Metrô.
“Os equipamentos estavam defasados para o suportar a carga de trabalho da companhia na dimensão que o plano prevê”, diz o diretor de assuntos corporativos do Metrô, Sérgio Brasil.
Os valores aplicados no data center não fazem parte do plano de expansão e, segundo Brasil, são recursos do caixa do Metrô.
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O projeto multiplicou por quatro a capacidade de armazenamento do Metrô, que hoje é de 14 terabytes (suficiente para guardar cerca de 3 mil DVDs).
No novo ambiente, o Metrô adotou a tecnologia de virtualização. Ela permite reduzir o número de servidores físicos, pois uma mesma máquina pode executar inúmeros servidores virtuais.
“Ficou mais fácil gerenciar desempenho, monitorar aplicações e máquinas, bem como lidar com questões de segurança”, observa o chefe de infraestrutura de tecnologia da informação do Metrô, Ari de Oliveira Rocha.
Outro elemento que contribui para a segurança é o controle do acesso físico ao prédio. Um sistema de identificação biométrica verifica a impressão digital do visitante antes de liberar sua entrada e ainda há também câmeras de monitoramento interno e externo.
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