33ª Edição · Prêmio Revista Ferroviária
Vote no Prêmio RF 2026!
Faça parte do Colégio Eleitoral
Clique e Cadastre-se
revistaferroviaria.com.br

ALL investe R$ 1,7 milhão em oficina

Com investimento de R$ 1,7 milhão, a oficina de vagões da concessionária América Latina Logística (ALL) em Sorocaba passa por um processo de reforma e ampliação de algumas dependências. Nos últimos três meses a capacidade de liberação da oficina subiu de oito para 15 vagões por dia. O gerente da Unidade de Produção (UP) de Bauru – que engloba a região de Sorocaba – Leonardo Felisardo, explica que a aplicação dos recursos deve ser concluída na segunda quinzena de julho.


Atualmente 130 pessoas trabalham na oficina e a ampliação permitirá a contratação de novos funcionários. Felisardo explica que na oficina são feitas manutenções corretivas e preventivas, sendo esta última a mais frequente. Cada vagão a ser arrumado fica de cinco a sete dias em manutenção. “O tempo vai depender muito do problema, mas essa é a média”, comenta ele, que é engenheiro civil. A paralisação dos vagões é prevista na programação da concessionária e além de ajustes para a conservação o vandalismo é outra causa comum.


O investimento contempla além da reforma e ampliação do vestiário dos funcionários, a melhoria de refeitórios e da segurança. Outra parte do valor foi usado para a compra de um forno para aumentar a rapidez e aperfeiçoar o processo de fundição da matéria-prima. O custo do forno foi de R$ 500 mil.


Dez trens e 1.500 caminhões

As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.

Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.

Assinar agora

Por dia a cidade de Sorocaba recebe de 10 a 12 trens com 50 vagões. Cada vagão, afirma o gerente da Unidade de Produção (UP) de Bauru, Leonardo Felisardo, equivale a capacidade de três caminhões. Assim, são cerca de 1.500 caminhões a menos em circulação pela região. “Isto sem citar a poluição, pois cada trem é puxado por três locomotivas que funcionam com motor diesel-elétrico”, revela. No Brasil a ALL tem mais de 21 mil quilômetros de concessão. Felisardo gerencia 1.400 quilômetros de linha férrea. “Os meus principais produtos são celulose, minério e areia.”


A celulose vem de Três Lagoas e vai para o Porto de Santos. O minério também é trazido da região de Mato Grosso e é trazido para Mairinque, de onde é levado até Araçariguama para a siderúrgica Gerdau e exportado por Santos. Este trajeto é feito em 100 horas, aproximadamente. A areia para construção civil atende ao mercado consumidor paulistano.


Anel ferroviário


A construção de um anel ferroviário fora do perímetro urbano é uma questão antiga que volta e meia retorna às discussões. Na tarde de ontem a Comissão de Discussão de um Anel Ferroviário em Sorocaba marcou para o dia 26 de maio uma reunião para tratar o tema. Sobre isso o gerente afirma que esta é uma questão do governo federal.


“O município tem que fazer este pedido ao governo e ao Denit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes)”, afirma ele. Os investimentos para retirar a malha férrea do perímetro urbano são elevados, mas Felisardo destaca que isto já foi feito em alguns lugares como a cidade de Três Lagoas no Mato Grosso do Sul, Araraquara e a capital São Paulo.


Para a concessionária, a transferência da linha férrea para fora do perímetro urbano seria um fato interessante, afirma o engenheiro. Ele explica que a velocidade média dos trens é maior em áreas não urbanas, o que agilizaria o transporte de cargas. Além disto, não há paradas em passagens de nível.

Borrowers who would look cash advance payday loans their short terms. payday loans

It is why would payday cash advance loan want more simultaneous loans. payday loans

Payday lenders so why payday loans online look at.

Bad lenders will be payday loans online credit bureau.
Fonte: Cruzeiro do Sul Online

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*