O Consórcio Move São Paulo, formado por Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC Participações e Eco Realty Fundo de Investimentos em Participações, foi o único a apresentar proposta na licitação da Parceria Público-Privada da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo. As propostas foram entregues em sessão pública nesta quinta-feira (31/10), em São Paulo.
A proposta foi entregue por um representante do consórcio. A proposta continha três envelopes: o primeiro com as garantias da proposta, o segundo com a proposta comercial e no terceiro os documentos de habilitação do consórcio. A comissão de técnicos do governo iniciou a avaliação da proposta logo após a entrega, mas não conseguiu concluir a análise durante a sessão pública. O resultado deverá ser anunciado na próxima quarta-feira (06/11).
Essa foi a segunda vez que uma licitação foi realizada para a Linha 6-Laranja. Na primeira não houve interessados. Na ocasião, a alegação foi que os interessados estavam preocupados com os riscos do projeto, como os custos com as desapropriações que cabiam ao grupo/empresa vencedor. O edital foi reformulado e o governo passou a assumir integralmente o custo de desapropriações.
O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, estava presente na sessão, mas não deu nenhum parecer sobre a questão. Funcionários do Metrô de São Paulo e do Governo do Estado participaram da sessão, assim como representantes do consórcio que apresentou proposta.
Em sua primeira fase, a Linha 6-Laranja ligará a estação São Joaquim, já existente na Linha 1-Azul, a uma futura estação no bairro de Brasilândia. Em uma segunda fase será estendida até Pirituba, na zona Norte, e ao Jardim Anália Franco, na zona Leste. As obras estão previstas para ser iniciadas em 2013, com término em 2017.
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