33ª Edição · Prêmio Revista Ferroviária
Vote no Prêmio RF 2026!
Faça parte do Colégio Eleitoral
Clique e Cadastre-se
revistaferroviaria.com.br

Dois cenários para o BNDES

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, no cargo há nove anos e que deve deixá-lo no provável governo de Michel Temer, traça dois cenários para o banco nos próximos cinco anos. Um “róseo”, no qual o país supera as dificuldades e reduz inflação e juros, permitindo a aproximação entre TJLP e Selic – nesse caso, os repasses feitos ao banco poderiam deixar de onerar o Tesouro – e outro mais pessimista, em que as dificuldades do país se mantêm e o BNDES poderá até reduzir seu tamanho.

Em entrevista ao Valor, Coutinho não quis comentar a capacidade do provável governo Temer fazer as reformas que o Brasil precisa para resolver o problema fiscal e colocar novamente o país no caminho do crescimento. Devolveu a pergunta: “Qual é a configuração política que permite que as reformas aconteçam?”

No atual processo recessivo, a demanda por crédito e investimento no BNDES caiu. No primeiro trimestre, houve recuo de 7% nas consultas e de 46% nos desembolsos em relação a igual período do ano passado. Ele disse que o papel do banco no momento, quando se verifica escassez de crédito para pequenas e médias empresas e aumento da inadimplência, é ajudar oferecendo capital de giro.

As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.

Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.

Assinar agora

Coutinho também se defendeu das acusações de que teria pedido doações eleitorais a empresários: “Nunca tratei de assunto relativo a doação de campanha”, afirmou.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*