Justiça Federal do Paraná determinou nesta terça-feira (9) que os manifestantes pró-Lula deixem o o pátio ao lado da Rodoferroviária de Curitiba, onde um acampamento foi montado para apoiar o ex-presidente.
Segundo a prefeitura, 1.000 pessoas estão instaladas no local, à espera do interrogatório do ex-presidente na capital paranaense em ação penal da Operação Lava Jato.
A ordem do juiz Friedmann Anderson Wendpap é para que as pessoas saiam de lá até a manhã de quinta-feira (11), um dia depois do interrogatório de Lula.
O pedido de reintegração de posse foi feito pela empresa que detém a concessão da ferrovia, que justificou que “a referida área é operacional, afeta ao bom desenvolvimento das atividades ferroviárias de transporte de carga da quais a autora é concessionária”.
As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.
Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.
O magistrado ressaltou que a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) autorizou o uso temporário do terreno, cujo bem público, pelos manifestantes. Contudo, não levou em conta que a área é usado pela empresa para manobrar trens, causando risco às pessoas que ali estão — inclusive crianças.
O juiz, então, determinou a instalação de cercas que delimitem o terreno que é de posse da União e a área operacional da empresa.
“Neste contexto, entendo que a forma mais prudente de acolhimento do pleito inicial é a instalação temporária de cerca física que delimite as duas áreas com a retirada dos manifestantes e seus pertences do espaço sensível a continuidade das atividades da autora”, ponderou Wendpap.
Leia também: Criminosos roubam trilhos de linha férrea em Atílio Vivácqua, no ES
Furto de cabos complica circulação de trens do ramal Belford Roxo
Seja o primeiro a comentar