Funcionários do Metrô do Distrito Federal iniciaram uma
greve por tempo indeterminado nesta quinta-feira (9). O grupo reivindica
aumento salarial e novas contratações por parte do governo do DF. O G1 busca
contato com o sindicato.
Uma decisão judicial estabelece que 90% da frota circule em
horário de pico e 60% em horários de menos movimento. No dia do Exame Nacional
do Ensino Médio, a determinação é que o serviço funcione em 100% da capacidade.
Os funcionários pedem reajuste salarial de 8,4%, com base na
variação do índice INPC, e a contratação de 631 pessoas aprovadas no último
concurso – 331 de forma imediata e 300 de cadastro de serva.
As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.
Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.
Segundo o sindicato da categoria, há déficit de cerca de 800
funcionários. O quadro atualmente tem 1,2 mil servidores. O salário inicial de
um agente de segurança da empresa é de R$ 2,9 mil, o mais baixo da empresa. O
maior salário inicial é o de engenheiro – R$ 6 mil.
Por causa da defasagem de funcionários, é comum que catracas
sejam liberadas para a entrada de passageiros.
Em dias normais, o serviço atende diariamente 170 mil
pessoas, entre 6h e 23h30 de segunda a sábado e 7h às 19h aos domingos e
feriados.
O metrô circula nas regiões mais populosas do DF –
Ceilândia, Taguatinga e Samambaia. Ele também passa por Águas Claras, Guará e
Plano Piloto. O sistema tem 42,3 quilômetros de extensão. A estação com maior
fluxo é a da Rodoviária do Plano Piloto, por onde passam 20 mil pessoas por
dia.
Seja o primeiro a comentar