Valor Econômico – A nota de crédito da Cosan não foi afetada pela venda recente da participação de R$ 9,1 bilhões que a holding tinha na Vale, diz a Moody’s. A agência de classificação de riscos tem nota “Ba2”, com perspectiva negativa, para a companhia.
Os analistas Erick Rodrigues e Marcos Schmidt escrevem que a operação é positiva, reduzindo a dívida líquida da Cosan em torno de 40%, mas ao mesmo tempo diminui a diversificação do seu portfólio de negócios.
Eles notam que a companhia continuará com cobertura de juros pressionada pelos dividendos da Raízen e Compass, com o indicador chegando a 1 vez apenas em 2026. A liquidez da empresa é adequada e suas dívidas têm vencimentos longos.
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