33ª Edição · Prêmio Revista Ferroviária
Vote no Prêmio RF 2026!
Faça parte do Colégio Eleitoral
Clique e Cadastre-se
revistaferroviaria.com.br

Dia Mundial sem Carro. Metrô espera reduzir até 2,5 milhões de toneladas de emissões de CO2 por ano com futuras linhas

Mobilidade Estadão – O metrô de São Paulo poderá economizar cerca de 2,5 milhões de toneladas de emissões de carbono por ano até 2040 com a expansão do serviço. O levantamento do Metrô foi lançado em homenagem ao Dia Mundial Sem Carro, nesta segunda-feira (22).

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) deve ampliar o serviço de transporte metroviário para 279,1 km e 230 estações até 2040. O crescimento representa aumento de quase 300% do serviço atual.

Atualmente, a rede metroviária de São Paulo totaliza 104,2 km considerando também as linhas concedidas. O número de redução do lançamento de carbono na atmosfera considera as linhas já em operação e as que estão em alguma fase de construção.

As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.

Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.

Assinar agora

O levantamento considerou sete com construção de novas linhas ou projetos de expansão, como a Linha 2-Verde. Atualmente, a Linha 2-Verde está passando por um processo de expansão, da Vila Prudente até a Penha.

Ao mesmo tempo, outro projeto já prevê a extensão desde a estação Penha até Dutra. Apenas com esse serviço, a redução de emissão esperada é de quase 59 mil toneladas de emissões por ano.

Obras futuras no metrô

O projeto com maior potencial para a redução de emissões é a construção da futura linha 20-Rosa, entre as estações Santa Marina – Pref. Celso Daniel e a estação Santo André. Até 2040, a expectativa é de redução de mais de 187 mil toneladas de emissões por ano.

As novas obras e projetos em andamento também incluem as extensões da linha 15-Prata, de Ipiranga a Vila Prudente e de Jardim Colonial a Jacu Pêssego. Outra ampliação corresponde às estações Washigton Luís-Aeroporto de Congonhas até o Morumbi, na linha 17-Ouro.

O estudo levou em consideração, ainda, a construção das linhas 19-Celeste e 22-Marrom. Com as inclusões, a demanda diária da rede metroviária passará de 3 milhões para 8,1 milhões de passageiros.

Tempo de deslocamento

Com todas as inclusões previstas, o serviço do Metrô vai economizar 1,9 bilhões de horas de deslocamento. De acordo com a empresa, a expansão da rede metroviária poderá reduzir a dependência do transporte individual.

A redução de tempo de deslocamento afeta, principalmente, as regiões que receberão novas linhas e estações. A linha 20-Rosa, a mais extensa dentre as projetadas, conseguirá reduzir o tempo de viagem dos moradores em mais de 198 mil horas por ano.

A adição de novas linhas e estações também está de acordo com ações previstas no Plano de Ação Climática e Desenvolvimento Sustentável (PAC-2050), alinhado à campanha global Race to Zero, da ONU, com objetivo de substituir modais mais poluentes por transporte sobre trilhos.

Fonte: https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/dia-a-dia/metro-espera-reduzir-ate-25-milhoes-de-toneladas-de-emissoes-por-ano-com-novas-linhas-de-servico/

VÁ ALÉM DA MANCHETE

O setor ferroviário é complexo e as notícias do dia a dia são apenas a ponta do iceberg. Para entender o cenário completo, é preciso de contexto e a visão de quem cobre o setor desde 1940.

A cada edição, a Revista Ferroviária traz reportagens aprofundadas, estudos de mercado e entrevistas exclusivas sobre os temas que realmente importam: de novos VLTs e projetos privados a desafios de manutenção, o futuro da tecnologia e muito mais.

ASSINE E RECEBA A ANÁLISE QUE O MERCADO LÊ »

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*