Folha de S. Paulo – A Promotoria do Patrimônio Público e o Metrô assinaram um acordo com o Consórcio Expresso Monotrilho Leste (CEML) que irá reverter R$ 41,2 milhões para manutenção e modernização de equipamentos da linha 15-prata do monotrilho.
O TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) foi assinado no fim de setembro e encerrou investigação sobre supostas irregularidades praticadas pelo consórcio, formado pelas empresas Alstom e Queiroz Galvão (atualmente Álya), responsável pela construção da linha e fornecimento dos trens.
O valor foi negociado como indenização por danos materiais e danos morais coletivos decorrentes de acidentes ocorridos no início da operação da linha.
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Em fevereiro de 2020, o estouro de um pneu fez com que toda a linha ficasse paralisada durante cerca de cem dias. O sinistro deu origem a um inquérito civil público no Ministério Público de São Paulo.
Em setembro de 2023, um pneu do monotrilho da linha 15-prata se soltou e caiu em uma tela de proteção. O acidente ocorreu entre as estações Jardim Planalto e Sapopemba.
Segundo a Promotoria, o montante será convertido em serviços de manutenção da linha e fornecimento de material para modernização dos trens, como assentos dos bancos, câmeras e filtros de ar.
Inaugurada em 2015, a linha liga a estação Vila Prudente da linha 2-verde do Metrô a bairros da zona leste, como Sapopemba e São Mateus.
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