Campo Grande News – A Arauco Celulose conseguiu licença prévia para a implantação do ramal ferroviário que atenderá o complexo industrial em Inocência. A empresa está construindo uma fábrica de celulose no município, com investimento total estimado em US$ 4,6 bilhões.
A autorização emitida pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) é válida até 12 de novembro de 2029 e aprova a viabilidade ambiental do empreendimento.
Em abril, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) autorizou a construção e exploração do ramal por um período de 99 anos.
As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.
Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.
“Esses investimentos refletem a importância da Malha Norte para o setor de celulose, proporcionando uma solução logística eficiente para o escoamento da produção. Essa é a principal ferrovia de escoamento da celulose do Mato Grosso do Sul”, ressaltou o secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).
O projeto prevê a implantação de 48 quilômetros de trilhos, interligando a fábrica de celulose à Malha Norte (EF-364 – Ferrovia Norte Brasil), operada pela Rumo Logística. A expectativa é de que ocorra o escoamento anual de até 3,5 milhões de toneladas de celulose.
O traçado aprovado pelo Imasul também inclui uma ponte de 269 metros e dois viadutos (ferroviário e rodoviário).
A licença impõe a instalação de dispositivos de mitigação de atropelamento de fauna, monitoramento periódico de acidentes com animais silvestres, manejo e translocação de espécies e recomposição das áreas afetadas.
VÁ ALÉM DA MANCHETE
O setor ferroviário é complexo e as notícias do dia a dia são apenas a ponta do iceberg. Para entender o cenário completo, é preciso de contexto e a visão de quem cobre o setor desde 1940.
A cada edição, a Revista Ferroviária traz reportagens aprofundadas, estudos de mercado e entrevistas exclusivas sobre os temas que realmente importam: de novos VLTs e projetos privados a desafios de manutenção, o futuro da tecnologia e muito mais.
Seja o primeiro a comentar