Valor Econômico – A precificação de uma oferta de debêntures da Rumo, que pretendia captar R$ 1,5 bilhão com títulos incentivados, foi adiada em meio ao avanço da crise da Raízen. As duas companhias são controladas pela Cosan.
Segundo fontes, o mercado reagiu às notícias envolvendo a Raízen, como o rebaixamento de rating por agências de classificação de risco e a contratação de assessores para a reestruturação de suas dívidas.
Com isso, investidores que já tinham manifestado interesse nos papéis voltaram atrás e o volume de intenções diminuiu, afirmam.
A oferta da Rumo teve início no dia 2 de fevereiro. Pelo cronograma, a coleta de intenções ocorreria hoje e a liquidação da operação na quinta-feira (12).
Na manhã desta terça-feira, o Itaú BBA informou a investidores que o book seria postergado para uma data ainda não definida.
A emissão da Rumo inclui papéis com prazo de 10 e 15 anos. A remuneração máxima pretendida era de NTN-B 2035 menos 1,12% para os papéis mais curtos e de NTN-B 2040 menos 1,05% para os mais longos.
Procurado, o Itaú BBA disse que não comenta casos específicos de clientes. A Rumo também não comentou. A Rumo também não comentou.
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