33ª Edição · Prêmio Revista Ferroviária
Vote no Prêmio RF 2026!
Faça parte do Colégio Eleitoral
Clique e Cadastre-se
revistaferroviaria.com.br

‘Demos o primeiro passo’, afirma Steinbruch sobre desalavancagem da CSN

Folha de S. Paulo – O presidente da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), Benjamin Steinbruch, afirma que o empréstimo sindicalizado com oito bancos para refinanciar os passivos de curto e médio prazo da empresa e antecipar recursos é o início de um plano estratégico.

“Demos o primeiro passo no planejamento anunciado em janeiro para análise e desinvestimentos dos ativos, com foco claro na desalavancagem da companhia. Essa transação nos permite atravessar os próximos anos com mais equilíbrio financeiro e previsibilidade”, afirma Steinbruch.

Entrevista de capa • Revista Ferroviária
Arauco e a primeira ferrovia shortline privada do Brasil
Em entrevista exclusiva à Revista Ferroviária, Alberto Pagano detalha o projeto que marca um novo momento para o setor: a implantação da primeira ferrovia shortline privada do país.
Com investimento superior a R$ 2 bilhões, a iniciativa promete transformar a logística de celulose e reforça o avanço do capital privado como vetor de crescimento das ferrovias no Brasil.
LEIA A ENTREVISTA COMPLETA

A operação foi firmada com Morgan Stanley, Citi, Credit Agricole, HSBC, XP, BNP Paribas, Banco do Brasil e Bradesco, com a CSN Inova Ventures como tomadora e a CSN e a CSN Cimentos Brasil como garantidoras.

As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.

Por R$ 8,42/mês — parcele em 12x sem juros.

Assinar agora

Ele afirma que novas ações devem ser formalizadas, especialmente na busca por parceiro para a divisão de infraestrutura.

“Estamos apenas no começo de um ciclo importante. Nos meses que virão, teremos mais boas notícias, especialmente relacionadas ao avanço da nossa estratégia em infraestrutura”, concluiu.

Os recursos do empréstimo anunciado na última sexta-feira (20) serão direcionados ao pagamento de dívidas e ao refinanciamento de obrigações com vencimento nos próximos anos, em um momento em que a dívida líquida da companhia alcança cerca de R$ 40 bilhões, o equivalente a 3,5 vezes o Ebitda, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização.

A avaliação do diretor financeiro, Marco Rabello, é que a estrutura do financiamento reduz a pressão sobre os vencimentos de dois a três anos e melhora a liquidez da CSN. Foram feitas antecipações de recursos atrelados ao segmento de cimentos para alongar o perfil da dívida.

A CSN apresentou em janeiro um plano com meta de reduzir a alavancagem para uma vez a dívida líquida sobre Ebitda em oito anos, com foco em desinvestimentos nos segmentos de cimentos e infraestrutura e concentração de investimentos em mineração, logística e energia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2026/03/demos-o-primeiro-passo-afirma-steinbruch-sobre-desalavancagem-de-csn.shtml

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*