Valor Econômico – A mineradora Vale informou, nesta sexta-feira (27), que estendeu a vida útil do complexo minerário de Itabira até 2053, ante estimativa anterior de 2041, com avanços em pesquisas geológicas e utilização de novas tecnologias de beneficiamento, segundo publicação no relatório 20F, exigido no mercado americano.
Com as mudanças, as reservas minerais declaradas no ativo em Minas Gerais aumentaram 52%, para cerca de 1,15 bilhão de toneladas em 2025, diz a companhia.
O complexo de Itabira, no Sistema Sudeste, produziu 25,16 milhões de toneladas de minério de ferro em 2025, queda de 15,7% ante 2024, conforme o último relatório de produção da companhia.
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Para rever a vida útil do complexo, a empresa destacou a incorporação do itabirito dolomítico ao processo produtivo, material antes considerado economicamente inviável.
Apesar da revisão das reservas, a Vale ponderou que não prevê aumento no volume de produção anual, buscando manter uma operação estável no longo prazo. Além disso, a ampliação da operação em Itabira segue condicionada ao licenciamento ambiental.
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