A Rumo permanece entre as empresas reconhecidas pelos principais índices de sustentabilidade do mercado de capitais no Brasil e no exterior. A companhia segue integrando o Dow Jones Best-in-Class (DJ BIC), nas carteiras Global e de Mercados Emergentes, além do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (ISE).
Segundo a empresa, a permanência nos índices reflete a agenda ESG integrada ao modelo de negócios e reforça o papel da ferrovia na infraestrutura logística e na redução das emissões da matriz de transportes brasileira.
A Rumo integra o ISE B3 desde 2021 e, pelo terceiro ano consecutivo, permanece nas carteiras Global e de Mercados Emergentes do Dow Jones Best-in-Class, sendo a única operadora logística brasileira presente em ambas. As seleções são realizadas por instituições independentes, que avaliam práticas ambientais, sociais e de governança corporativa das empresas.
“A permanência nos principais índices de sustentabilidade reflete uma agenda ESG integrada ao nosso modelo de negócios. A ferrovia é, em essência, uma solução estruturalmente sustentável: mais segura, mais eficiente e com menor intensidade de carbono. Sustentar esse reconhecimento ano após ano demonstra disciplina e consistência na execução da estratégia”, afirma Felipe Saraiva, gerente executivo de Sustentabilidade e Relações com Investidores da Rumo.
A companhia destaca que a matriz de transportes brasileira ainda depende fortemente do modal rodoviário, cenário que, segundo a empresa, amplia as emissões do setor e reduz a competitividade logística do país. De acordo com a Rumo, o transporte ferroviário emite cerca de oito vezes menos CO₂ por tonelada transportada em comparação ao transporte rodoviário, além de oferecer maior escala para o escoamento do agronegócio e da indústria.
Em 2025, a empresa registrou redução de 3% nas emissões específicas de gases de efeito estufa, resultado atribuído a ganhos de eficiência energética. A Rumo também estima ter evitado a emissão de aproximadamente 7,3 milhões de toneladas de CO₂e ao transportar seu volume anual por ferrovia em vez de caminhões.
“A cada tonelada adicional que transportamos na ferrovia, contribuímos para um Brasil mais competitivo e menos intensivo em carbono. A construção da Ferrovia do Mato Grosso, que inaugura seus primeiros 160 km em 2026, é parte concreta dessa contribuição: nos aproximamos do coração da produção agrícola no estado, levando os benefícios do transporte ferroviário a uma das regiões mais estratégicas do agronegócio brasileiro e reforçando o papel da ferrovia como infraestrutura essencial para o desenvolvimento e a descarbonização do país”, afirma Saraiva.
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