O consórcio coreano interessado no trem de alta velocidade brasileiro, avaliado em R$ 34 bilhões, tem uma melhor compreensão das necessidades requisitadas pelo projeto do que os outros concorrentes internacionais. Assim disse Bernardo Figueiredo, diretor da Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT).
“A Coréia do Sul passou por um cenário parecido com o nosso no passado”, disse Figueiredo ao Bloomberg. O projeto envolve a construção de 511 km de via com trens correndo a 350 kmh entre Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. Tudo deve estar pronto entre a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
O consórcio vencedor fará a construção e operação do sistema, assim como a transferência de tecnologia para as empresas brasileiras. O edital oficial sairá em maio, e empresas como Alstom (França), Siemens (Alemanha), Hitachi (Japão), Talgo (Espanha), além de um consórcio chinês, estão mostrando profundo interesse no empreendimento.
O consórcio sul-coreano inclui empresas como Hyundai Rotem, Korea Railway Network Authority, Korail e Hyundai Heavy Industries. A Rotem é responsável pelos KTX-I e KTX-II, que são uma variação do TGV francês.
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Recentemente, a empresa ganhou através do consórcio CCR uma licitação para fornecer 29 trens driverless à Linha 4 – Amarela do Metrô de SP, sendo 14 na primeira fase e outros 15 na segunda.
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