(Filadélfia – RF) Para um congresso com 1.000 participantes vindos de 37 países e fazendo 146 apresentações, como foi o 8º UIC Highspeed, o Brasil teve uma presença discreta. Houve duas apresentações: Fernando Sanchez, representando a EDLP, um dos quatro sócios brasileiros da UIC (os outros são a ANTT, a CPTM e a RioTrilhos), falou sobre a nova configuração do TAV brasileiro. Mostrou um quadro evidenciando que pela distância entre Rio e São Paulo, tráfego aéreo entre as duas cidades e população, o TAV brasileiro, sem considerar Campinas, apresenta um potencial comparável ou melhor do que os exemplos japonês, francês, coreano e espanhol (ver quadro, onde Produto é a multiplicação da população das duas cidades em cada caso). Dieter Goebel, da ANTT, fez uma apresentação acadêmica sobre percepção de risco. A Revista Ferroviária figurou com órgão de apoio ao evento.
O congresso terminou na sexta feira, com visita técnica à fábrica da Rotem, que está fabricando 120 TUEs Silverliner V para a Septa – Southeastern Pennsylvania Transportation Authority.
Como reza o Buy American Act, 60% do valor do equipamento é produzido nos EUA.
O próximo congresso Highspeed será no primeiro trimestre de 2015, em Tóquio, no Japão.
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