O Metrô de São Paulo divulgou na semana passada o seu relatório integrado de 2019, onde apresenta um balanço sobre a companhia e também apresenta futuras projeções.
Nessas projeções continuam aparecendo as futuras linhas 6-Laranja, 19-Celeste e 20-Rosa. Um novo ramal, entre os quais seus estudos eram “guardados a sete chaves” apareceu de forma oficial em um documento do Metrô de São Paulo e trata-se da linha 16-Violeta.
No mapa ilustrado abaixo e retirado do Relatório Integrado de 2019 do Metrô de São Paulo mostra que a futura linha 16-Violeta deve ligar o Jardim Brasilia, bem próximo ao Artur Alvim, até a estação Oscar Freire (com transferência para a linha 4-Amarela).
Segundo o mapa a linha deve contar com 21 estações, sendo elas: Jardim Brasília, Cidade Líder, Rio das Pedras, Vila Antonieta, Cipriano Rodrigues, Renata, Abel Ferreira, Anália Franco (com transferência para a Linha 2-Verde), Regente Feijó, Álvaro Ramos, Vila Bertioga, Paes de Barros, São Carlos – Parque da Mooca (com transferência para a Linha 10-Turquesa), Vila Monumento, Lins de Vasconcelos, Aclimação, Paraíso (com transferência para as linhas 1-Azul e 2-Verde), Jardim Paulista, Nove de Julho, Augusta e Oscar Freire (com transferência para a linha 4-Amarela).
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O documento divulgado não da mais detalhes do futuro potencial desta linha, como por exemplo, sua provável demanda ou algum tipo de cronograma para obras.
Por outro lado.
O mapa não mostra a futura linha 22-Bordo, ramal que atenderia vários munícipios a oeste da capital, chegando a Faria Lima, ou seja, Ligando Cotia até a região de Pinheiros, por meio da Rodovia Raposo Tavares. Os estudos deste ramal embora tivessem mais adiantados, simplesmente desapareceu.
Vamos aguardar os próximos documentos e relatórios para analisar como será o futuro da rede metroferroviária do estado de São Paulo. Lembrando que, entre esses mapas futuros e a realidade, há diversos fatores que podem se concretizar ou não. Influenciada por questões políticas, fatores técnicos entre outros.
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