Na Ferropar, empresa privada que há 11 anos administra a Ferroeste, o cenário não é nada animador. Além de estar inadimplente pela sub-concessão da ferrovia, numa dívida que ultrapassa os R$ 60 milhões com o governo do estado, não investiu em infra-estrutura nem na compra de equipamentos e renovação da frota de locomotivas.
Prejuízo aumenta com frete e pedágio
Segundo dirigentes da Ferroeste, para o setor agrícola, a má utilização da ferrovia no transporte de grãos ocasionou um prejuízo de R$ 370 milhões ao deixar de transportar mais de 20 milhões de toneladas da safra agrícola. Nesse valor, está incluso o frete e o pagamento de pedágio arcado pelos produtores agrícolas.
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