Os investimentos para melhorar e ampliar a capacidade de transporte da ferrovia foram pontuados durante reunião essa semana. Entre os itens destacados está a inclusão dos pequenos produtores, um terminal de containeres, ampliação da linha férrea, trechos ferroviários no litoral e em Foz do Iguaçu e alternativas para suprir a demanda de vagões e locomotivas.
A construção de um silo, com capacidade para 120 mil toneladas, vai possibilitar o recebimento de cargas dos pequenos produtores do Oeste, detalhou o presidente. A Ferroeste estuda ainda duas propostas, uma envolvendo a ALL (América Latina Logística) e a Standard Logística e outra da Logibrás, para a instalação de terminal de containeres para frigorificados e óleo vegetal. Ambas as estruturas estarão junto ao terminal ferroviário de Cascavel.
Em relação ao braço da ferrovia até Foz do Iguaçu, Samuel abordou a preocupação da Ferroeste para que a segunda ponte, ligando Brasil e Paraguai, seja rodoferroviária. Este fato iria garantir maior integração entre os países. Caso a ponte seja apenas rodoviária, as possibilidades da ferrovia chegar a Foz do Iguaçu serão reduzidas, declarou. As propostas dos projetos para a ponte serão recebidas pelo DNIT (Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transporte) em 5 de fevereiro.
A Ferroeste também projeta participar das discussões na implantação dos portos intermodais de Foz do Iguaçu, que vão integrar o transporte rodoviário, hidroviário e ferroviário. A ligação ferroviária até o Porto do Mercosul, em Pontal do Paraná (litoral do Estado) e estudos para aquisição própria de vagões e locomotivas vão integrar o leque de ações da direção nos próximos meses.
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Na próxima reunião, a Ferroeste vai discutir o Plano Diretor do terminal de Cascavel e o porto-seco que funciona no terminal de Cascavel. O encontro desta semana contou com a presença do diretor de Produção, Saulo de Tarso Pereira, e do representante do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), o economista Nelson Soffiatti e membros da empresa.
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