Guilherme Quintella (foto), à frente da Ad=trem, defende a renovação das linhas de trens de passageiros para desobstruir centros urbanos e estimular setores como o imobiliário.
A AD=trem trabalha para estimular negócios ferroviários?
GQ: Somos uma agência nãogovernamental sem fins lucrativos.
Fomentamos a discussão sobre o uso de trens rápidos no país, como no evento que realizaremos no BNDES (dia 29).
A agência avalia investimentos no setor?
GQ: Faremos parceria com USP, Unicamp e UFRJ para elaborar um estudo e avaliar prós e contras de projetos de trens rápidos nas cidades. Esse balanço poderá ser usado para nortear investimentos futuros, principalmente pelo governo federal.
Há regiões prioritárias?
As notícias estão em todo lugar. Reportagens e entrevistas exclusivas sobre o setor ferroviário, só na RF — desde 1940.
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GQ: Rio, São Paulo e Campinas são prioritárias. E os trens rápidos podem estimular uma rede de negócios interligados. Linhas para aeroportos, como Guarulhos e Galeão, podem reduzir problemas advindos do caos aéreo. E o mercado imobiliário crescer em pólos residenciais de classes alta e baixa, distantes uma hora de viagem dos centros urbanos. As favelas também são resultado da falta de transporte eficiente.
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