Planos da Vale para Norte-Sul

O diretor executivo de Logística da Companhia Vale do Rio Doce, Eduardo Bartolomeu, informou ontem que, nos próximos seis anos, a empresa deverá movimentar 8,8 milhões de toneladas (Mt) de grãos (soja, arroz e milho), a partir da exploração comercial do trecho de 720 km da Ferrovia Norte-Sul. O trecho foi adquirido no início de outubro pelo preço mínimo de R$ 1.478.205.000,00 em leilão realizado na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A Vale foi a única participante do leilão.


A subconcessão do trecho entre Açailândia (MA) e Palmas (TO) tem prazo de 30 anos. Nesse período, a CVRD ficará responsável pela operação, conservação, manutenção, monitoramento, melhoramento e adequação dessa parte da malha da Norte-Sul.


Todo esse volume previsto para ser movimentado pela Ferrovia Norte-Sul, que se constituirá como um novo corredor de exportação para carga geral, principalmente grãos na região Centro-Norte do país, se integrará à Estrada de Ferro Carajás (EFC), tendo como destino o terminal portuário de Ponta da Madeira, em São Luís.


Com a integração dessas novas cargas, a CVRD necessitará fazer investimentos em ampliação de pátios, na região de Açailândia, em máquinas e vagões, para evitar um possível gargalo. “Já estamos fazendo estudos nesse sentido”, disse Eduardo Bartolomeu.


Um outro gargalo a ser solucionado é do ponto de vista portuário. Atualmente, a Vale exporta 1,7 milhão de toneladas de grãos (exclusivamente soja) pelo píer II de Ponta da Madeira. O problema é que o berço (que fica localizado nas instalações do Porto do Itaqui) já está no limite de movimentação de cargas. Além de soja, movimenta ferro-gusa e cobre, cargas que estão em franco crescimento.


Eduardo Bartolomeu disse que, em relação ao gargalo portuário, a solução poderá estar na construção do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), previsto para ser instalado na área do Porto do Itaqui.


Numa outra via, informou diretor de Logística Norte da CVRD, Zenaldo Oliveira, está sendo negociado com o Governo do Estado, via Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), o arrendamento do berço 104 do Itaqui – fica ao lado berço 105 (píer II da Vale) – para atender a movimentação dessas cargas.


A proposta da Vale é transferir as operações de transbordo de combustíveis, realizadas hoje pela Petrobras no berço 104 para o berço 108, o qual a mineradora se compromete em colocá-lo em operação. “Estamos buscando alternativas”, finalizou Zenaldo Oliveira.

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Fonte: Imirante (MA)

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