Expresso Jundiaí ainda demora

Amanhã, 15 de setembro, a CPTM estará publicando no seu site o edital de licitação dos projetos básico e executivo para a implantação do Trem Expresso Jundiaí. O endereço eletrônico é www.cptm.sp.gov.br, e o texto pode ser baixado livremente. Escolhido o vencedor, será preciso esperar quatro anos para a conclusão dos projetos, o que por sua vez condiciona a abertura de PPP, segundo Silvestre Rocha Ribeiro, diretor de Planejamento da CPTM. “não podemos oferecer PPP sem ter a modelagem, e não podemos ter a modelagem sem o projeto executivo”. A possibilidade de recorrer a uma MIP (Manifestação de Interesse Privado), como tem feito o Metrô de São Paulo, para acelerar o processo é descartada por Silvestre: “não precisamos disso”.


O  eventual desinteresse dos parceiros privados – como aconteceu no Expresso Aeroporto –  também não o preocupa. Hoje, a CPTM tem no seu programa de obras a Linha 13-Jade para Guarulhos, partindo do Brás,  e estuda a  Linha 14-Ônix para o aeroporto, saindo da Luz. Nada impede que o mesmo aconteça com o Expresso Jundiaí:  “você acha que o governo estaria disposto a gastar R$ 150 milhões num projeto que não pretende executar?”, pergunta o diretor.


O Expresso Jundiaí será um serviço rápido de ligação entre Jundiaí e São Paulo, com cerca de 47 km de extensão e tempo de viagem estimado em 25 minutos, e seguirá ao lado da atual ferrovia, que passa por Perus. A viagem terá duas paradas, uma na Água Branca, na capital paulista, e a outra no centro da cidade do interior. O valor do investimento na obra é estimado em R$ 3,2 bilhões.

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