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Centro já começa a mudar para ganhar bonde elétrico

Até o final deste mês, será publicado o edital de licitação para a compra dos 32 bondes elétricos VLT (Veículo Leve Sobre Trilho) e para a obra.


Essa é uma das intervenções que prometem alterar radicalmente o trânsito do Rio na segunda gestão do prefeito Eduardo Paes. Outra mudança em estudo é na Rua Primeiro de Março, que pode virar corredor exclusivo para os ônibus do BRT Transbrasil, que ligará Deodoro ao Centro via Avenida Brasil.


A adaptação do Centro para receber o novo meio de transporte já começou. O acabamento asfáltico está sendo substituído por concreto nas ruas General Luiz Mendes de Morais, que une a R. Santo Cristo à Linha Vermelha, e a D1, que foi criada e fica paralela à R. Pedro Alves. Tudo para se adaptar aos trilhos.


Das seis linhas previstas, duas estarão prontas em 2014: Antônio Carlos-Rodoviária (via Praça Mauá) e a Praça-Mauá-Central (via Túnel da Saúde).

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Estudo em andamento pela Empresa Olímpica avalia a possibilidade de fechar a Rua Primeiro de Março para carros, por causa do BRT Transbrasil. O corredor vai passar pela Avenida Brasil, e chegará à Avenida Presidente Vargas.


O sistema VLT terá 46 estações espalhadas por 30 km. Elas serão integradas a cinco estações de metrô, à Central do Brasil, às barcas, à Rodoviária Novo Rio e ao Aeroporto Santos-Dumont.


Com Bilhete Único, a tarifa deve custar R$ 3, e R$ 4,40 com integração intermunicipal. A distância média entre as paradas será de 400 metros. Cada vagão comporta até 450 passageiros, e o tempo máximo de espera vai variar de 5 a 15 minutos.


Novo meio de transporte divide opiniões


As mudanças no trânsito no Centro dividem os cariocas. Vinícius Mattos, auxiliar administrativo, 22 anos, leva fé no VLT: “As pessoas podem levar um tempo para se acostumar, mas acho que vai melhorar, vai ter mais conforto e não vai ter trânsito, engarrafamento, corrida para pegar ônibus”.


Já a técnica administrativa Stefany Correia, 32, que mora na Gávea, não acredita em benefícios com o VLT. Ela leva até 1h30 para fazer um trajeto de casa até a Avenida Rio Branco, onde trabalha: “O VLT não é uma boa ideia. O melhor é expandir o metrô”.


 “Vai funcionar se calcularem bem a quantidade de pessoas e os horários de pico”, pondera a auxiliar administrativa Daiane Barbosa, 20. Já a estudante Helena Dias Sangali de Oliveira, 22, sofre com os ônibus lotados à tarde na Rua Primeiro de Março e teme que o BRT na via piore a superlotação.

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