TAV será feito com ou sem participação privada, diz EPL

Uma possível baixa participação privada na construção de infraestrutura para o TAV não inviabiliza o projeto que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, afirmou o presidente da EPL (Empresa Brasileira de Logística), Bernardo Figueiredo.


“Nós estamos buscando trazer o máximo da participação privada, mas não colocamos isso como condição para fazer o projeto. Com a participação privada que for possível, nós vamos implementar esse projeto”, disse ele, durante evento em São Paulo.


Em setembro, o governo realizará a licitação para selecionar a tecnologia que será usada para operar o trem de alta velocidade. As propostas serão apresentadas em agosto.
De acordo com Figueiredo, as empresas privadas –que vão participar da licitação– vão atuar na operação e no fornecimento de equipamentos, mas dependem da infraestrutura a ser construída.


“Nós vamos tentar modelar isso para atrair a participação privada, mas nós não podemos deixar que o investidor sinta que há o risco de não ter infraestrutura. Caso não haja interesse da iniciativa privada, o governo vai fazer a infraestrutura”, completou.


Para Figueiredo, o trem-bala é essencial para o país, já que a demanda nesse trecho é alta.


“(Sem o trem-bala) Teria que ter mais duas rodovias e dois ou três aeroportos como Congonhas e Santos Dumont. Isso não é viável”, disse.

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