Acidentes com trens se tornam rotina

Dois homens foram atropelados por trens ontem à tarde na região e tiveram parte das pernas amputadas. Os acidentes aconteceram em um período de uma hora, em Hortolândia e Sumaré, e segundo depoimentos dos maquinistas à Polícia Militar, nos dois casos as vítimas estavam sentadas na linha férrea e mesmo com o sinal sonoro, não saíram.


O primeiro atropelamento ocorreu por volta das 15h em Hortolândia, às margens da Avenida Amélia Basso Breda, na altura da Rua Ana Profetisma da Silva, na Vila Real. Um homem não identificado aparentando ter 45 anos teve as duas pernas decepadas na altura da canela, e segundo a PM, foi socorrido pelo Águia ao Hospital de Clínicas da Unicamp em estado gravíssimo. A unidade informou que o paciente passava por procedimento cirúrgico no fim da tarde e confirmou a gravidade do estado de saúde.


O outro acidente aconteceu por volta das 16h próximo à Avenida João Argenton, na altura do acesso para a Avenida Ivo Trevisan, em Sumaré. Leandro Inácio da Silva, 40 anos, teve a perna esquerda amputada também na região da canela, e de acordo com a PM foi socorrido consciente pelo Samu ao Hospital Estadual da cidade, que não informou seu quadro clínico.


A América Latina Logística (ALL), concessionária que gerencia as ferrovias nos trechos, informou que o homem atingido pela locomotiva em Hortolândia tentava atravessar debaixo dos vagões no momento da partida do trem, e o maquinista da composição seguiu os procedimentos de segurança, acionando o sinal sonoro. Já no caso de Sumaré, a empresa afirmou que a vítima estava sobre a linha férrea e o maquinista acionou, além do apito, os freios de emergência, mas não foi possível parar a tempo de evitar o acidente.


A concessionária disse ainda que lamenta o ocorrido e que realiza campanhas frequentes de segurança nos cruzamentos para minimizar o risco de acidentes envolvendo veículos, pedestres e trens. A última campanha realizada na região segundo a ALL foi em 22 de julho.


Outros casos


No domingo, em Valinhos, um jovem de 25 anos morreu após ser atropelado por um trem ao tentar atravessar a linha que corta os bairros Santana e São Cristóvan. Segundo testemunhas, Charles Bruno Ferreira havia ido ao supermercado com o irmão para fazer compras para uma festa de aniversário do aniversário do padrasto. Quando voltavam para a casa, ao passarem pela linha, Ferreira teria enroscado o pé no trilho e não conseguiu se levantar a tempo.


Em março deste ano, um homem não identificado morreu atropelado por um trem, na Vila Real, em Hortolândia. O acidente foi numa área descampada e, na época, testemunhas afirmaram que o indivíduo praticava “surf” em vagões e morreu ao cair de cima da locomotiva. Em abril, um estudante de 15 anos foi encontrado com fratura na cabeça na linha do trem no Parque Residencial Shalon, em Campinas.


O caso mais grave aconteceu em setembro de 2010 em Americana quando um trem atropelou um ônibus sobre a linha férrea. Nove pessoas morreram.


Amputação


Outro trecho de linha férrea da América Latina Logística registrou atropelamento com decepamento anteontem à noite. Uma mulher que estava sentada na linha na altura do bairro Nova Suíça, em Limeira, foi atingida por um trem por volta das 19h30 e perdeu parte do pé direito, que precisou ser completamente amputado na Santa Casa da cidade, para onde foi socorrida.


Segundo a ALL, o maquinista também teria adotado os procedimentos de segurança para evitar o acidente, com acionamento do apito e dos freios de emergência, mas não foi possível parar a tempo. A concessionária mais uma vez lamentou o ocorrido e reforçou a necessidade de total atenção da população, que deve respeitar os cruzamentos com a ferrovia. Para isso, afirmou que além de campanhas frequentes de segurança realiza palestras educativas em escolas próximas a ferrovias.

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Fonte: Rede Anhangüera de Comunicação (RAC)

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