33ª Edição · Prêmio Revista Ferroviária
Vote no Prêmio RF 2026!
Faça parte do Colégio Eleitoral
Clique e Cadastre-se
revistaferroviaria.com.br

Desafios da logística brasileira

O Brasil aparece em 41º lugar no ranking do estudo internacional de performance logística do Banco Mundial. O documento levou em conta sete cenários e mostra que o custo logístico total do Brasil é da ordem de 15,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Os dados foram apresentados pelo consultor Sergio Guedelha Coutinho, durante o Painel Ferroviário do Congresso SAE Brasil, nesta terça-feira (09/10), em São Paulo, que debateu os desafios para intermodalidade e interoperabilidade no Brasil.


Entre os principais desafios para a intermodalidade no País, Coutinho destacou a necessidade de investimentos; a falta de terminais de transferência; a necessidade de seguros que envolvam todos os modos de transportes envolvidos no processo; o excesso de burocracia e documentos para o transporte de carga; além do câmbio e sistema alfandegário.  Já na área de interoperabilidade, os desafios são o comportamento reativo; a multiplicidade de sistemas incompatíveis; a falta de estrutura de sistemas de comunicação.


O consultor explicou que é difícil ter um consenso da melhor tecnologia a ser adotada e que o Brasil conta com operadores que utilizam três tipos de sistema em uma mesma malha.  “O papel do governo é criar um plano e estabeleceras diretrizes. Interesses privados são conflitantes com o público”, explicou o consultor. 


O diretor da Aeamesp, Pedro Armante Carneiro Machado, explicou que é um desafio que deverá ser solucionado. Machado destacou que a interoperabilidade não é algo novo no Brasil e citou como exemplo os serviços de trens de passageiros nas décadas de 60 e 70, onde os trens circulavam em trechos diferentes de ferrovias. Ele citou como exemplo a ligação entre a capital e o interior de São Paulo, que quando ao chegar a Jundiaí trocava de linha sem ter que mudar de trem. “Usavam dois sistemas e mudavam de chave ao acessar o outro território. São complicações que seriam evitadas se tivesse um padrão”, disse Machado.


A Baixada Santista também foi citada como exemplo, já que tem operações de diferentes ferrovias e cada uma mantem contato com o seu Centro de Controle Operacional (CCO). Se houvesse uma padronização, a comunicação seria com um único CCO, facilitando a operação.


Machado comentou também sobre a importância da interoperabilidade entre os projetos dos trens regionais de São Paulo e o Trem de Alta Velocidade. Ele explicou que os passageiros chegariam a São Paulo de TAV e depois usariam os trens regionais para chegar ao interior.

Borrowers who would look cash advance payday loans their short terms. payday loans

It is why would payday cash advance loan want more simultaneous loans. payday loans

Payday lenders so why payday loans online look at.

Bad lenders will be payday loans online credit bureau.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*