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Governo e Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande entregam novo cronograma das obras à Justiça nesta 5ª

O governo estadual e o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande
correm contra o tempo para tentar chegar a um valor para a retomada das obras
do VLT, uma vez que ambas as partes concordaram em reduzir o prazo para a
conclusão da obra, de 24 meses para 19 meses, conforme determinação dos
Ministérios Públicos Federal e Estadual.

O prazo para entrega da segunda minuta vence nesta quinta
(27) e deve ser entregue ao juiz da 1ª Vara Federal, Ciro Arapiraca. Enquanto
isso, representantes do Consórcio e a procuradoria-geral do Estado, sob Rogério
Gallo, seguem reunidos para tentar fechar um acordo.

O secretário estadual de Cidades, Wilson Santos (PSDB)
avalia que o ideal seria retomar as obras entre abril e maio pois o cronograma
ganharia celeridade nos trabalhos em tempo de seca. Wilson explica que caso se
inicie em setembro, por exemplo, pode-se perder muito tempo com o período de
chuvas que se intensificam nos meses posteriores. Por isso, esclarece, havia
acordo em terminar em 24 meses.

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Quando houve a negativa dos MPs, o governador Pedro Taques
(PSDB) chegou a cogitar a troca do modal para o BRT, mas disse que a equipe do
governo, composta por 23 pessoas, estava trabalhando para cumprir as medidas
estipuladas pelos órgãos fiscalizadores.

Entretanto, Taques pontua que R$ 1,066 bilhão foram gastos
até agora para a implementação do modal, segundo o relatório da KPMG, empresa
contratada para fazer auditoria. “Não se encontra vagões como esses, não se
compra em supermercado, é encomendado para cada tipo de obra”, explica o chefe
do Executivo referindo-se às dificuldades de alterar o modal.

 

Acordo

 

O acordo entre Executivo e consórcio foi anunciado em 31 de
março e indica a conclusão do VLT ao custo de R$ 922 milhões.

Fonte: RD News

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