Tempo Depois
de causar alarido com a filiação ao PP, o Benjamin Steinbruch começou uma
peregrinação a gabinetes de Brasília, mas não para falar de política. Ele tenta
rolar o pagamento de uma dívida de R$ 79 milhões da Transnordestina, empresa da
qual é sócio.
Travado
Quem
acompanha as negociações diz que esse seria o terceiro adiamento e que há uma
série de outras demandas tecnicamente inviáveis. Problemas no projeto já
levaram o TCU a bloquear a liberação de R$ 800 milhões.
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Nada consta
Pessoas ligadas a Steinbruch dizem que o novo prazo, de 180 dias, é necessário
para otimizar o projeto da obra e que o pedido é absolutamente corriqueiro.
Ressaltam ainda que ele colocou R$ 2 bilhões do próprio caixa no
empreendimento.
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