Com a pandemia do novo coronavírus e a adoção de medidas mais duras de isolamento social na capital mineira, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) calculou, no período de uma semana, queda de 85% no número de passageiros que utilizam o metrô em Belo Horizonte.
Em 21 de março, um dia após o governo federal decretar estado de calamidade no país, a Companhia começou a operação com uma escala especial. A circulação passou a ser das 6h às 9h e das 16h30 às 20h. Isso resultou a diminuição de 70% na quantidade de viagens, que antes era de 240 por dia e agora passou para 69.
Com essa redução da oferta de viagens e a diminuição do trânsito de pessoas nos trens e nas estações, a demanda habitual do metrô da capital mineira, que antes da pandemia era de cerca de 159 mil usuários por dia, caiu para cerca de 23 mil pessoas diariamente.
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A base de comparação usada pela CBTU foi do período de 23 a 29 de março ante o intervalo de tempo de 9 a 15 do mesmo mês, quando o decreto de calamidade ainda não estava em vigor.
Trabalhadores
A Companhia também informou, por meio de um boletim, que, dos 570 empregados da operação, entre eles condutores, controladores de tráfego e assistentes operacionais de estação, um terço deles (180) continua trabalhando.
“Com essa postura, a CBTU-BH esclarece que sempre acolheu com presteza todas as orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde e segue promovendo esforços para que a população cumpra as determinações de isolamento social, até segunda ordem das autoridades”, informou a instituição.
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